Aos vinte e dois anos, a jovem Parker Blanton leva a vida que sempre sonhou. Tem um namorado inteligente e responsável, um emprego promissor e a companhia de seu melhor amigo, Ben Olsen, com quem divide um lindo apartamento.
Parker e Ben são tão grudados que muita gente duvida que eles morem sob o mesmo teto sem nunca ter vivido um caso, mas eles não se importam com o que as pessoas pensam. Sabem que não foram feitos um para o outro — pelo menos não para se envolver.
Por isso, quando um acontecimento inesperado faz com que Parker se veja sem namorado e com o coração partido, ela sabe que pode contar com Ben para ajudá-la a sacudir a poeira e partir para outra. Afinal, ninguém seria mais ideal do que seu melhor amigo para lhe mostrar os prazeres da vida de solteiro… certo? Mais que Amigos é uma comédia romântica irresistível!

“Mais que amigos” foi uma grata surpresa! Estive em uma ressaca literária ~daquelas~ nos últimos dias e, sem dúvidas, esse foi um título certeiro para sair dela. O livro é uma ótima pedida para todas as pessoas que, assim como eu, adoram se esbaldar em uma boa comédia romântica com direito a muitos clichês, personagens cativantes e enredos que, apesar de serem previsíveis, funcionam muito bem e envolvem o leitor de uma forma especial.

Nesse chick-lit de Lauren Layne, Parker e Ben são dois melhores amigos que dividem um apartamento desde a época da faculdade. Já no auge dos vinte e dois anos de cada um, Ben é do tipo que curte a vida de solteiro, enquanto Parker namora há cinco anos com um workaholic chamado Lance. Os dois protagonistas acreditam que amizades entre homem e mulher podem dar muito certo e levam a vida a dois, morando juntos, como uma prova disso… até que Parker e Lance terminam, e ela e Ben decidem entrar em uma “aventura inusitada”.

É difícil falar dessa leitura sem entregar muito dela. Na verdade, o próprio título já diz muito: a jornada em que os dois melhores amigos acabam por entrar os encaminha para uma descoberta em que eles, amigos de longas datas, podem se ver sendo… mais que amigos! O mais gostoso disso tudo é que a leitura é extremamente fluída: todos os clichês funcionam muito bem, pois as páginas voam, a história não se torna cansativa, e o leitor de fato é levado a conhecer o mundo de Parker e Ben.

Ambos os personagens não são apenas mocinhos superficiais de uma comédia romântica. Eles são bastante envolventes e nos revelam histórias comoventes por trás dos clichês! Ben é um rapaz que optou por um caminho diferente dos seus irmãos e, por isso, foi muitas vezes rejeitado pela família e tem um complexo de inferioridade muito marcante, o que o torna uma figura sensível e humana. Já Parker é uma mulher de personalidade forte, que se vê descobrindo o que realmente deseja, e que também passa por conflitos familiares, já que sua mãe teve câncer. Eu me apaixonei pelos dois, cada um ao seu modo, e amei a combinação que os dois formaram juntos!

“Solto um suspiro trêmulo. Pela primeira vez, em uma hora, me sinto… não exatamente bem, claro, mas capaz de enfrentar tudo isso. Como se eu pudesse enfrentar qualquer coisa com Ben ao meu lado.”

Esse foi o primeiro livro de Lauren Layne que li, mas, com certeza, quero me deliciar em suas palavras outras vezes e o mais breve possível!! <3

 

Chick-lit  • Ano: 2018  •  Páginas: 256  •  Editora: Paralela  •  Classificação: 4/5

continuar lendo

Postado por

Gabrielle Polary

Os filmes sobre um dos crimes mais notórios do Brasil tiveram seu primeiro trailer divulgado na última segunda-feira (03). “A menina que matou os pais”“O menino que matou meus pais” contarão a história do assassinato de Manfred Marísia von Richthofen, a partir das versões conflitantes dos autores do crime, Suzane Richthofen Daniel Cravinhos.

As produções têm direção de Mauricio Eça e roteiro da criminóloga e maior especialista em serial killers brasileiros Illana Casoy e do escritor de literatura policial Raphael Montes. Eles tiveram acesso aos autos do processo e, a partir deles, construíram os dois filmes: na versão de Suzane, Cravinhos é tido como o vilão que a convenceu a matar os pais; já os depoimentos de Daniel mostram a própria Suzane como a menina que convenceu o namorado a cometer um crime por amor.

O elenco principal é composto por Carla Diaz, que interpreta Suzane, e Leonardo Bittencourt, que dá vida a Daniel. A caracterização de ambos tem chamado atenção desde que as primeiras imagens das filmagens foram divulgadas – ambos aparecem extremamente semelhantes aos protagonistas reais do caso.

Com estreia marcada para dia 2 de abril, ambos filmes serão exibidos em sessões de cinema alternadas nas mesmas salas. O roteirista Raphael Montes já afirmou que o mais interessante a fazer é assistir às duas versões em sequência, para causar maiores reflexões sobre o caso.

“O filme que iremos contar é um thriller psicológico, de suspense, onde discutiremos os motivos que levaram ao fato em detalhes e discussões nunca antes debatidos sobre o caso. Sem dúvida alguma essa é uma história muito forte e original e por ser real torna tudo mais absurdo e instigante. O filme traz um tema que muita gente conhece e tem ideias pré-concebidas, mas as pessoas não sabem o mais importante que é o motivo que levou a filha e seu namorado a matarem seus pais. Por isso, esse projeto parte de um grande desafio que é entender um pouco a mente de cada um dos dois assassinos”, explicou o diretor Mauricio Eça.

Polêmica em torno dos filmes

Muitos internautas têm opinado negativamente acerca das produções, afirmando que a história de assassinos não deveria ser contada nos cinemas. Todavia, é importante destacar que Suzane e Cravinhos não têm nenhuma vinculação com a produção, tampouco receberão qualquer quantia relacionada à bilheteria dos filmes.

“A menina que matou os pais” e “O menino que matou meus pais” tampouco receberam dinheiro público para sua realização. Ambos os filmes foram produzidos por meio da iniciativa privada.

Cabe, ainda, uma reflexão: por que a mesma sociedade que aplaude os filmes violentos de Quentin Tarantino crucifica tais produções brasileiras? Os filmes sequer estrearam ainda para que possamos fazer julgamentos precipitados sobre a forma como o caso foi retratado.

Relembre o crime

Caso Richthofen é o nome pelo qual tornaram-se conhecidos o homicídio, a consequente investigação e o julgamento das mortes de Manfred Albert von Richthofen e Marísia von Richthofen, casal assassinado pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos a mando da filha, Suzane von Richthofen, após os pais de Suzane não apoiarem o relacionamento dela com Daniel.

O interesse da população pelo caso foi tão grande que a rede TV Justiça cogitou transmitir o julgamento ao vivo. Emissoras de TV, rádios e fotógrafos chegaram até a ser autorizadas a captar e divulgar sons e imagens dos momentos iniciais e finais, mas o parecer definitivo negou a autorização. Cinco mil pessoas inscreveram-se para ocupar um dos oitenta lugares disponíveis na plateia, o que congestionou durante um dia inteiro a página do Tribunal de Justiça na internet. Suzane e Daniel Cravinhos foram condenados a 39 anos e 6 meses de prisão; Cristian Cravinhos foi condenado a 38 anos e 6 meses de reclusão.

Ela segue cumprindo pena até hoje no complexo penitenciário de Tremembé, no interior de São Paulo. Daniel já está cumprindo a sentença em regime aberto. Cristian recebeu o mesmo direito de regime aberto, mas voltou a ser preso por posse ilegal de munição após uma confusão de bar, em 2018.

Trailer

continuar lendo

Postado por

Gabrielle Polary

Mais uma grande novidade para vocés!

Autora de “Como Eu Era Antes de Você”, livro e filme de grande sucesso, Jojo Moyes traz mais um livro para chegar as telas de cinema. As atrizes Shailene Woodley e Felicity Jones vão estrelar e produzir a adaptação cinematográfica de A “Última Carta de Amor”, a primeira obra da autora.

A trama acompanha amores proibidos, durante duas épocas diferentes, em Londres. Na década de 60, Jennifer Stirling (Woodley) acorda sem memória e descobre ter escrito diversas cartas para um amante fora do casamento, com quem estava disposta a arriscar tudo. Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth (Jones) encontra tais correspondências e começa a investigar o que aconteceu com tal casal, ao mesmo tempo que busca a resposta para os problemas de seu próprio relacionamento.

O elenco é formado por Shailene Woodley (Big Little Lies), Felicity Jones (A Teoria de Tudo), Callum Turner (Animais Fantásticos), Nabhaan Rizwan (1917), Joe Alwyn (A Favorita) e Ncuti Gatwa (Sex Education). Diretora do piloto de Euphoria, Augustine Frizzell comanda a produção, originalmente intitulada de The Last Letter From Your Lover.

As filmagens de “A Última Carta de Amor” começam ainda este mês, mas não há previsão de lançamento.

continuar lendo

Postado por

Daiane Pizzeti

Olá, amores! Tudo bem com vocês?

No post de hoje, trago uma excelente notícia – especialmente para quem é fã de suspenses psicológicos e de literatura brasileira: a Netflix, maior plataforma global de streaming da atualidade, anunciou que promoverá uma adaptação do livro Bom dia, Verônica, escrito por Raphael Montes Ilana Casoy.

Sou suspeita para falar, porque além de ser uma defensora da produção nacional, sou uma grande fã do Raphael! Ele é, para mim, um dos maiores escritores de thrillers no universo literário contemporâneo (vocês  certamente verão muuuitos posts sobre ele por aqui). Montes é reconhecido por produzir romances policiais e de suspense e por colecionar produções best-sellers como Dias PerfeitosJantar Secreto Suicidas.

Já Casoy é, além de escritora, criminóloga especializada em perfis psicológicos de criminosos, como os de serial killers. (o que quer dizer que, quando se trata de terror, ela tem lugar de fala, né?! haha). Em sua carreira, ela coleciona publicações de livros sobre crimes que ficaram famosos no Brasil, como A Prova é a Testemunha, relato inédito do Caso Nardoni, e O Quinto Mandamento – Caso de Polícia, sobre o assassinato do casal Richthofen.

Essa dupla incrível firmou uma parceria com a Netflix, que elegeu os também talentosos brasileiros Tainá Müllher, Camila Morgado e Eduardo Moscovis para compor o elenco da sua nova série, baseada no livro Bom dia, Verônica. Completam o elenco Elisa Volpatto, Silvio Guindane, César Melo, Adriano Garib e Antônio Grassi.

Foto: Suzanna Tierie/Netflix

O suspense conta a trajetória de Verônica Torres, vivida por Müller, uma escrivã de uma delegacia de Homicídios de São Paulo, onde vive uma rotina monótoma, burocrática e fiel ao sistema. Entretanto, ela tem sua vida inteira mudada ao presenciar o suicídio de uma mulher, que a motiva a buscar as reais causas dessamorte. Na mesma semana, Verônica recebe uma ligação de alguém desesperado, que clama pela própria vida.

Determinada, Verônica usa toda a sua habilidade investigativa e mergulha nos dois casos: a jovem suicida, enganada por um golpista; e Janete (Camila Morgado), que tem medo de ter sua vida ceifada por ser esposa do policial Brandão (Eduardo Moscovis), um homem dominador e sem escrúpulos.

A série já está sendo gravada no Rio de Janeiro e em São Paulo, e será lançada com exclusividade pela Netflix, em 2020. Já estou ansiosa, e vocês?!

continuar lendo

Postado por

Gabrielle Polary

Olá, tudo bem?

Somos Dai e Gabi, duas amigas apaixonadas pelo mundo literário e que tem muito amor, carinho & resenhas de livros, séries e filmes para compartilhar com vocês!

Esperamos que aproveitem todo o conteúdo que nosso site tem a oferecer, e que possamos ter uma relação fortificada com vocês, nossos leitores e futuros leitores. <3

continuar lendo

Postado por

Literamigas

Últimas resenhas

confira as resenhas mais recentes

novidades


últimas novidades