Os filmes sobre um dos crimes mais notórios do Brasil tiveram seu primeiro trailer divulgado na última segunda-feira (03). “A menina que matou os pais”“O menino que matou meus pais” contarão a história do assassinato de Manfred Marísia von Richthofen, a partir das versões conflitantes dos autores do crime, Suzane Richthofen Daniel Cravinhos.

As produções têm direção de Mauricio Eça e roteiro da criminóloga e maior especialista em serial killers brasileiros Illana Casoy e do escritor de literatura policial Raphael Montes. Eles tiveram acesso aos autos do processo e, a partir deles, construíram os dois filmes: na versão de Suzane, Cravinhos é tido como o vilão que a convenceu a matar os pais; já os depoimentos de Daniel mostram a própria Suzane como a menina que convenceu o namorado a cometer um crime por amor.

O elenco principal é composto por Carla Diaz, que interpreta Suzane, e Leonardo Bittencourt, que dá vida a Daniel. A caracterização de ambos tem chamado atenção desde que as primeiras imagens das filmagens foram divulgadas – ambos aparecem extremamente semelhantes aos protagonistas reais do caso.

Com estreia marcada para dia 2 de abril, ambos filmes serão exibidos em sessões de cinema alternadas nas mesmas salas. O roteirista Raphael Montes já afirmou que o mais interessante a fazer é assistir às duas versões em sequência, para causar maiores reflexões sobre o caso.

“O filme que iremos contar é um thriller psicológico, de suspense, onde discutiremos os motivos que levaram ao fato em detalhes e discussões nunca antes debatidos sobre o caso. Sem dúvida alguma essa é uma história muito forte e original e por ser real torna tudo mais absurdo e instigante. O filme traz um tema que muita gente conhece e tem ideias pré-concebidas, mas as pessoas não sabem o mais importante que é o motivo que levou a filha e seu namorado a matarem seus pais. Por isso, esse projeto parte de um grande desafio que é entender um pouco a mente de cada um dos dois assassinos”, explicou o diretor Mauricio Eça.

Polêmica em torno dos filmes

Muitos internautas têm opinado negativamente acerca das produções, afirmando que a história de assassinos não deveria ser contada nos cinemas. Todavia, é importante destacar que Suzane e Cravinhos não têm nenhuma vinculação com a produção, tampouco receberão qualquer quantia relacionada à bilheteria dos filmes.

“A menina que matou os pais” e “O menino que matou meus pais” tampouco receberam dinheiro público para sua realização. Ambos os filmes foram produzidos por meio da iniciativa privada.

Cabe, ainda, uma reflexão: por que a mesma sociedade que aplaude os filmes violentos de Quentin Tarantino crucifica tais produções brasileiras? Os filmes sequer estrearam ainda para que possamos fazer julgamentos precipitados sobre a forma como o caso foi retratado.

Relembre o crime

Caso Richthofen é o nome pelo qual tornaram-se conhecidos o homicídio, a consequente investigação e o julgamento das mortes de Manfred Albert von Richthofen e Marísia von Richthofen, casal assassinado pelos irmãos Daniel e Cristian Cravinhos a mando da filha, Suzane von Richthofen, após os pais de Suzane não apoiarem o relacionamento dela com Daniel.

O interesse da população pelo caso foi tão grande que a rede TV Justiça cogitou transmitir o julgamento ao vivo. Emissoras de TV, rádios e fotógrafos chegaram até a ser autorizadas a captar e divulgar sons e imagens dos momentos iniciais e finais, mas o parecer definitivo negou a autorização. Cinco mil pessoas inscreveram-se para ocupar um dos oitenta lugares disponíveis na plateia, o que congestionou durante um dia inteiro a página do Tribunal de Justiça na internet. Suzane e Daniel Cravinhos foram condenados a 39 anos e 6 meses de prisão; Cristian Cravinhos foi condenado a 38 anos e 6 meses de reclusão.

Ela segue cumprindo pena até hoje no complexo penitenciário de Tremembé, no interior de São Paulo. Daniel já está cumprindo a sentença em regime aberto. Cristian recebeu o mesmo direito de regime aberto, mas voltou a ser preso por posse ilegal de munição após uma confusão de bar, em 2018.

Trailer

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Gabrielle Polary

Mais uma grande novidade para vocés!

Autora de “Como Eu Era Antes de Você”, livro e filme de grande sucesso, Jojo Moyes traz mais um livro para chegar as telas de cinema. As atrizes Shailene Woodley e Felicity Jones vão estrelar e produzir a adaptação cinematográfica de A “Última Carta de Amor”, a primeira obra da autora.

A trama acompanha amores proibidos, durante duas épocas diferentes, em Londres. Na década de 60, Jennifer Stirling (Woodley) acorda sem memória e descobre ter escrito diversas cartas para um amante fora do casamento, com quem estava disposta a arriscar tudo. Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth (Jones) encontra tais correspondências e começa a investigar o que aconteceu com tal casal, ao mesmo tempo que busca a resposta para os problemas de seu próprio relacionamento.

O elenco é formado por Shailene Woodley (Big Little Lies), Felicity Jones (A Teoria de Tudo), Callum Turner (Animais Fantásticos), Nabhaan Rizwan (1917), Joe Alwyn (A Favorita) e Ncuti Gatwa (Sex Education). Diretora do piloto de Euphoria, Augustine Frizzell comanda a produção, originalmente intitulada de The Last Letter From Your Lover.

As filmagens de “A Última Carta de Amor” começam ainda este mês, mas não há previsão de lançamento.

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Daiane Pizzeti

Sim meus queridos leitores, é isso mesmo que vocês leram! Kiera Cass publicará um novo livro.
“The Betrothed” será lançado na primavera americana de 2020, mais precisamente em 05 de maio, sendo o primeiro livro de uma nova duologia.

Descrito como “um romance épico da realeza”, o romance se concentra em Hollis Brite, uma filha da nobreza que conquistou o coração do rei. Mas Hollis logo percebe que se apaixonar por um rei e ser coroada rainha pode não ser o mais feliz para sempre que ela sonhou. E quando ela encontra um plebeu com o poder misterioso de ver o coração, ela descobre que o futuro que ela quer é aquele que ela nunca pensou em imaginar.

“Estou muito empolgado por publicar The Betrothed. Fiquei emocionado ao mergulhar em um novo mundo com novos personagens, e espero que os leitores os amem tanto quanto eu”, disse Kiera Cass ao site EW.

A capa do livro foi revelada, onde vocês podem conferir abaixo, e também ler um trecho exclusivo do livro clicando aqui.

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Daiane Pizzeti

Olá, amores! Tudo bem com vocês?

No post de hoje, trago uma excelente notícia – especialmente para quem é fã de suspenses psicológicos e de literatura brasileira: a Netflix, maior plataforma global de streaming da atualidade, anunciou que promoverá uma adaptação do livro Bom dia, Verônica, escrito por Raphael Montes Ilana Casoy.

Sou suspeita para falar, porque além de ser uma defensora da produção nacional, sou uma grande fã do Raphael! Ele é, para mim, um dos maiores escritores de thrillers no universo literário contemporâneo (vocês  certamente verão muuuitos posts sobre ele por aqui). Montes é reconhecido por produzir romances policiais e de suspense e por colecionar produções best-sellers como Dias PerfeitosJantar Secreto Suicidas.

Já Casoy é, além de escritora, criminóloga especializada em perfis psicológicos de criminosos, como os de serial killers. (o que quer dizer que, quando se trata de terror, ela tem lugar de fala, né?! haha). Em sua carreira, ela coleciona publicações de livros sobre crimes que ficaram famosos no Brasil, como A Prova é a Testemunha, relato inédito do Caso Nardoni, e O Quinto Mandamento – Caso de Polícia, sobre o assassinato do casal Richthofen.

Essa dupla incrível firmou uma parceria com a Netflix, que elegeu os também talentosos brasileiros Tainá Müllher, Camila Morgado e Eduardo Moscovis para compor o elenco da sua nova série, baseada no livro Bom dia, Verônica. Completam o elenco Elisa Volpatto, Silvio Guindane, César Melo, Adriano Garib e Antônio Grassi.

Foto: Suzanna Tierie/Netflix

O suspense conta a trajetória de Verônica Torres, vivida por Müller, uma escrivã de uma delegacia de Homicídios de São Paulo, onde vive uma rotina monótoma, burocrática e fiel ao sistema. Entretanto, ela tem sua vida inteira mudada ao presenciar o suicídio de uma mulher, que a motiva a buscar as reais causas dessamorte. Na mesma semana, Verônica recebe uma ligação de alguém desesperado, que clama pela própria vida.

Determinada, Verônica usa toda a sua habilidade investigativa e mergulha nos dois casos: a jovem suicida, enganada por um golpista; e Janete (Camila Morgado), que tem medo de ter sua vida ceifada por ser esposa do policial Brandão (Eduardo Moscovis), um homem dominador e sem escrúpulos.

A série já está sendo gravada no Rio de Janeiro e em São Paulo, e será lançada com exclusividade pela Netflix, em 2020. Já estou ansiosa, e vocês?!

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Gabrielle Polary

Lara é uma publicitária, de 30 anos, que trabalha numa pequena agência de publicidade em São Paulo. Quando esta agência finalmente consegue contrato com uma grande rede de joalherias, ela inicia um romance com o dono da empresa, Ian Mars. Só que este belo e bem sucedido empresário terminara há pouco um namoro de quase vinte anos com uma das atrizes mais lindas e famosas do país. E para piorar, além dos laços de amizade que os une, Bianca Reis, a atriz, ainda não desistiu da ideia de reconquistá-lo a qualquer custo.
No desenrolar desta trama Lara vive seu grande primeiro amor e os conflitos de lidar com a aparente amizade entre o namorado e a ex, as manobras que esta faz para reatar o romance e a descoberta de sentimentos que trazem à tona uma nova Lara, antes desconhecida até por ela mesma.

O romance é de tirar o fôlego (e a paciência) com esses dois personagens super interessantes. É de se apaixonar pela história de vida da Lara, que assim como eu, é uma Publicitária tentando conquistar seu lugar em uma cidade desconhecida e em busca de um trabalho em sua área. E Ian Mars que, apesar de egocêntrico e mimado, e de ter me incomodado muito no inicio, acabou ganhando não só o coração da Lara, mas o meu também.

Além do romance, pode-se observar o amadurecimento dos protagonistas, e também abordamento de um tema importante, que é o preconceito social. Mostra bem a realidade brasileira (sim!É um livro nacional!) e que nem tudo são flores no dia a dia das pessoas de classe média, mas também mostra a vida luxuosa que o nosso galã e sua família usufruem.

Contudo, a linguagem é informal e de fácil leitura, perfeito para quem quer fugir um pouquinho da vida real e ter uma leitura rápida. Vocês, assim como eu, podem ficar um pouquinho inconformados como nossos protagonistas se relacionam, mas não desistam deles, valem muito a pena! E deem um pouco de atenção aos outros também, são muito divertidos e amáveis. Conheci a autora Amanda Marques recentemente, mas já quero ler todos os seus outros livros. <3

 

New Adult • Play Livros • 269 Páginas • Classificação: 4/5

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Daiane Pizzeti

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